closer.

domingo, 13 de novembro de 2011



nada é por acaso, tudo faz e sempre fará parte de você. mesmo que, infelizmente, essa sina seja o fracasso.

130 anos.

Caro é transformar-se num arremedo de si próprio a ponto de nem se reconhecer mais
Hoje eu tenho 130 anos, isso não estava nos meus planos
Você sabe, a desordem é tenaz.

Tantos laços, tantas amarras
Os controles, pretensões
Nada adianta se o vento não soprar

Esse vento sob minhas asas,
Eu não mando mais em nada.
Sei que é alto, mas eu vou pular

O que todos vão dizer
E aonde vão chegar
Nem os olhos podem ver

Decidido, eu não volto pra casa
Ao lar, ao corpo e todas as palavras
Que a vontade, conseguir pensar.

Agridoce

uma noite de VIDA

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

fazia mais que muito tempo que não me divertia tanto. sair com amigos, ou simplesmente pessoas que estão em um ciclo próximo ao seu é formidável. um karaoke pode resumir todas as suas alegrias e tristezas sem fazer você chorar. talvez passar a madrugada toda ali possa ter sido um simples ato suicida. mas, como eu não estive sozinho, foi um simples ato de viver. a graça da vida é fazer coisas inesperadas e em momentos oportunos. encerrar a noite cantando Agora Só Falta Você é quase que uma lavagem de alma, algo purificador. vou viver mais e pensar menos. voltar a velha rotina de não ter uma rotina. esqueci da minha essência. agora, que ela fez questão de reaparecer para mim não abrirei mão dela. bora viver minha gente, vamos todos ser felizes. eu não vou atrás da minha felicidade, eu FAÇO a minha felicidade. simples assim.

mal feito, feito.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

está sendo bem difícil conformar-me com essa nova situação existencial. a solidão é algo sereno e pacato, como se fosse uma vida no campo. existe uma rotina a ser seguida, em sua grande parte você com si mesmo. não há grandes novidades ao longo de suas vinte e quatro horas e você reza, mas reza muito, para que um dia isso mude e você possa viver com uma expectativa melhor. talvez eu tenha derramado uma lágrima com saudades de você. coofy. me pergunto o porque nada se encaixa. busco ajuda para que tudo isso se encaixe, mas parece que o problema está em mim mesmo, atos e atitudes. o tal do mal feito, feito. estou colhendo o que plantei. na minha mente fértil e ousada, tudo poderia ser as coisas mais certas possíveis, mas, passando para o mundo real, poderiam ser as piores coisas que um ser humano seria capaz de fazer. porém, estou aprendendo. tomei nojo das pessoas pela falsidade que elas acumulam. fico indignado com a capacidade de ninguém ousar mais, da maioria do mundo ser simplesmente um piruá - aquele milho que não estoura, que não vira pipoca. o pior que acompanhar tudo isso, é acompanhar tudo isso sozinho, desiludido e ainda assim querendo alguém. há pouco estava tão forte ao teu lado, agora olhe e veja tudo voltando ao normal. aquela mesmice da solidão fazendo novamente sua morada. não, você não é bem vinda. talvez eu não desista. talvez eu continue acreditando no mundo através de Deus, de algo, de você...

saudades.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

a palavra sem tradução se fez título deste texto pelo simples fato de não existir alguma palavra que o defina-o. então, sendo assim, decidi colocar 'saudades' no topo, por ter suas semelhanças na solidão desse meu sentimento.

talvez eu tenha tomado um pouco de rancor do mundo, das pessoas, enfim.. não tenho mais aquele gostar por ninguém. aos poucos tudo foi me deixando calejado, propício a cometer desistência desta vida que já me faz questionar se realmente se faz presente. pode até ser que eu desista facilmente das coisas, ou que não tenha paciência com o tempo que deve ser levado. de fato, quero tudo pra agora, pra já. não gosto de trabalhar a longo prazo. minha solidão vem envolvente e convincente. começo a respeita-la. vira e mexe ela está comigo, se fazendo única. minha pouca coragem já se vai, meu pouco bom senso também voa para longe. o que me resta? viver comigo mesmo. me acostumar com um acordar sonolento e sem sorrisos. me acostumar a viver sem aquela expectativa do perfeito. sem aquela expectativa de viver. amigos... minhas pessoas mais amadas. aproveito o texto que foge de um nexo para dizer que sim, estou me afastando cada vez mais. cansei de parar nos momentos mais alegres e me ver no centro, só. sinto-me como uma mala sem alça, algo carregado pelos bons tempos. podem deixar, vou me cuidar. sei me virar bem. e quanto a você, dama que me deu a última expectativa do amor, saiba que estou com saudades. nossas semelhanças não eram meras coincidências. mas reconheço minha monotonia. sei o quão chato e repetitivo consigo ser, por isso não insisto.

por hoje, chega. deixa a falsidade do mundo para outro dia.

I'm back.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

quem nasceu para negócios nunca terá o seu amor. de fato, essa frase que acabo de dizer enquanto escrevo persegue como a mais pura verdade em minha sina. posso estar jogando a toalha sem lutar; posso estar me contradizendo; posso até mesmo ainda estar guardando uma ponta do sentimento nobre que foi criado naquele lugar, naquela ocasião. o fato é que se passou um mês, ou pouco mais que isso, e nada aconteceu. aliás, aconteceu. momentos bons, momentos não tão bons, nada de momentos ruins. mas o meu angustiante sufoco em toda a história atrapalhou qualquer sinopse que o destino tenha me escrito. e pior, me fez e fará lutar contra coisas e consequências que poderiam ter sido evitadas. mas, tudo bem. pagamos por algumas escolhas. essa vibe de I'm is back nada mais é que um desejo enorme de gritar, chorar, cair diante esse mundo e perguntar com a mais clara e sonora voz que encontrar "por que sempre comigo?". o mundo dos negócios também pode estar um tanto quanto prejudicado com algumas ações, mas tenho certeza que me recupero em qualquer ocasião. não quero dizer mais nada. quero dizer apenas que tudo ficou mal resolvido, e que nada foi conforme as expectativas que eu mesmo idealizei. e claro, você não tem culpa de nada. tudo foi fruto da minha imbecil imaginação aliada ao meu coração. perdão.

coofy coofy... quem sabe qualquer hora, não é?

saudadinha...

sábado, 8 de outubro de 2011

sabe quando bate aquela saudadinha? bjs.