Landslide

domingo, 5 de junho de 2011

I took um Love, I took it down
I climbed a mountain and I turned around
And I saw my reflection in the snow covered hills
Till the landslide brought me down

Oh, mirror in the sky, what is Love?
Can the child within my heart rise above?
Can I sail through the changing ocean tides?
Can I handle the seasons of my life?

Well, I've been afraid of changing
‘Cause I've built my life around you
But time makes you bolder
Even children get older
And I'm getting older, too

Well, I've been afraid of changing
‘Cause I've built my life around you
But time makes you bolder
Even children get older
And I'm getting older, too
Yes, I'm getting older too

Oh, take my Love, take it down
Climb a moutain and turn around
And If you see my reflection in the snow covered hills
Well, the landslide Will bring it down
And If you see my reflection in the snow covered hills
Well, the landslide Will bring it down

Os porques...

Estava em uma aula de gramática quando me deparei com as explicações dos porquês, modos de usá-los corretamente. Porém, nenhum desses modos se encaixou no porque que eu precisava ter, ouvir ou saber. Isso, talvez, pelo fato de não ter o complemento da frase. Todos tem direito a um final feliz, não? Por que eu não? Quanto mais tento correr atrás do caminho feliz mais me deparo com decepções e tentativas frustradas de deixar o passado de lado. Quanto mais tento encontrar novos abraços é em seus braços que caio. Não sei descrever, exatamente, o que mais me aflige nessa solidão, muito menos o que mais tenho falta. Sei que nunca estive num mundo tão cheio e vazio, tão popular e solitário. Nessa contradição sem limites vou vivendo meus dias, intensos ou não, sem amor e com alguma alegria que ainda consigo achar nas pequenas coisas da vida. Um sorriso fácil de uma criança, um belo pôr de sol ou um luar brilhante. Embora me falte algo, por vezes, me sinto completo, mas são raros esses momentos, tão raros que volta e meia venho por meio deste tentar me sentir desafogado em um lugar que já naufraguei.

O Sorriso da Desgraça

sábado, 28 de maio de 2011

Há momentos em que me pergunto o quanto ainda posso me afundar neste poço sem fim. Pergunto-me se realmente esse é o último porão que abrirei, o último rato que verei, o último frio que enfrentarei. Dizem que não amar é sofrer em dobro, é se deparar com desgraças quase que sequenciais. Dizem que a solidão não é amiga de ninguém, e sim falsa e calculista - que apenas estuda seu inimigo para derruba-lo na hora certa. Dizem que quem tudo quer nada tem. De fato, isso tudo é verdade, provo e comprovo com minha experiência mais que vivida, pois ainda se vive cenas dessa novela. O que me incomoda é o fato de não ter buscado nada disso para mim, muito pelo contrário. O fato de pedir, agradecer e esperar aquilo que não chega. O que encontro vem com defeito, quebrado, sobrado, nada por inteiro. Até quando aguentarei? Isso só Ele pode saber. Mas o que sinto é que num determinado espaço do indeterminado tempo eu me cansarei desses desencontros de desejos e ambições.

O Lobo

segunda-feira, 23 de maio de 2011

o lobo é mau, e o atual presente em que me encontro é pior ainda. de fato, não está nada ruim em vista do que foi um dia, muito pelo contrário, há momentos que o presente se apresenta como a fase a brilhantina, se é que me entende. mas basta fechar os olhos para um vulto sentar ao meu lado, encostar sua cabeça em meus ombros e me mostrar todas as alegrias e tristezas que me levaram para onde estou. sim, te tratei mal, mas por auto defesa. minha sorte foi mudar a ideia de não dizer nada frente a frente. sinto informar mas ainda continuo vivendo, crescendo e rindo. rindo sempre, pois o riso é o remédio da alma. agora, o lobo, que é mau, perde o pelo mas não o costume. abra o jogo e seja sincera. não há mais público, não há mais expectativas, talvez nem haja mais paixão nisso tudo, apenas tenha sobrado a saudades que o vulto trás.

por você...

domingo, 15 de maio de 2011

por você mudei. por você fui muito mais além da contra mão, mais até do permitido, mas até o imaginável, mais até do aceitável. por você confrontei-me com amigos, parentes e, pior, comigo mesmo. por você deixei de lado boas histórias, não reclamando das que vive, mas pensando no que poderia ter vivido além. por você sorri, chorei, sofri e sonhei. por você estive no fundo de um poço que parecia jamais ter volta, um fundo do qual ainda carrego a sujeira em meus ombros, sujeira que impregnou na alma. por você achei, por um instante, que a vida não tinha mais valor. por você... e logo você pois tudo a perder, por diversas vezes pois tudo a perder. por você eu vou viver, por saber que me ama, que me quer bem. esse é o bem que pode me fazer, me deixar viver.

São com os erros...

terça-feira, 12 de abril de 2011

certa vez, nesse mundão enlouquecedor, disseram que são com nossos erros que aprendemos... aprendemos a viver melhor, a ser melhor, a agir melhor. na minha modesta e não humilde opinião, eu discordo. temos algo chamado livre arbítrio. decidimos entre o bem e o mal, por exemplo. e é com essa liberdade que certas pessoas não conseguem acertar quase nunca. e quando acertam logo dão um jeito de errar novamente, de refazer a dor da amargura. não vou dizer aqui que eu procuro sempre acertar. muito pelo contrário, por vezes eu erro com gosto... mas é um gosto tão ruim que depois me arrependo. creio que isso seja unânime. vou fazer mais um citação, não me lembro quem disse essa (não, não foi o Pedro Bial). "...esse é o banco da vida. por isso o agora se chama presente, é um presente de Deus". tentem sempre acertar, crianças. pois quando erramos machucamos não só a si mesmos, mas outras pessoas envolvidas também.

Cálice, de Chico Buarque

Um treco da música que resume o suficiente.

Talvez o mundo
Não seja pequeno
Nem seja a vida
Um fato consumado
Quero inventar
O meu próprio pecado
Quero morrer
Do meu próprio veneno
Quero perder de vez
Tua cabeça
Minha cabeça
Perder teu juízo
Quero cheirar fumaça
De óleo diesel
Me embriagar
Até que alguém me esqueça