Primeiros Erros ♪

domingo, 24 de julho de 2011

Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde estou
Meu destino não é de ninguém
E eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende não vê
Se não me vê não entende

Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Se a minha mente virasse sol
Mas só chove, chove
Chove, chove

Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar de chover
Nos primeiros erros
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove
Chove, chove

Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria
Mas só chove, chove
Chove, chove
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove
Chove, chove


Capital Inicial

Mesmice

sábado, 23 de julho de 2011

Uma grande onda de emoções passam neste exato momento em minha cabeça, em minha alma. Creio que a mesmice da solidão se fortalece a cada dia que passa, mesmo estando repleto de gente por volta de mim mesmo. Falta muita coisa, busco muita coisa e nada, nada tenho. Não bastam estar, não bastam agradar, não bastam... Talvez o erro seja eu mesmo, o meu lírico anda baixo, morrendo, um naufragado em minhas gotas de lembranças derramadas no escuro do vazio. Gostaria que tudo isso fosse repentino, passageiro, mas a cada hora que passa isso se torna mais e mais poderoso. A chance de se expressar é amena, a chance de me livrar quase não existe. Poderia eu me salvar? Estaria em mim mesmo a solução? *Em que espelho perdi minha face?*

Procurei...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

procurei mas não achei nada em lugar nenhum. procurei sim alguns números, procurei algumas lembranças, procurei algum vestígio que me levasse e envolvesse naquilo que eu precisava voltar a ter e sentir, porém nada me leva a lugar algum. como sempre continuo cercado e gente para me ajudar é o que não deverá faltar, mas no meu egocentrismo ainda não vejo preenchido o vazio deixado meses atrás. e tenho comigo que não devo preenche-lo. a cada dia que passa, cada tempo que me renovo, algo novo fico sabendo e perco ainda mais o sentimento não só por ti, mas por todo o envolvimento. sentimento que já virou lembrança, lembrança que tem virado esquecimento. cada vez menos vejo esses flashs, cada vez menos tento lembrar, cada vez menos consigo fugir disso tudo. tenho vontade de correr pelo mundo só, sem rumo, sem trunfo, apenas só. falta-me coragem para muita coisa, não mudei muito não. apenas criei prioridades para não pensar mais nesses lados que me afetam e desmoronam. hoje, agora a pouco, ouvi de alguém que não deveria pensar assim, não agora, não pra hoje. mas assim pensarei pra ontem. refletindo sobre mim mesmo não consegui me achar, nada entendi de mim. a gente tentou tantas vezes, mas ambos mudaram e continuarão mudando. além disso falta confiança, falta atenção, falta coração. cada dia uma notícia nova do passado. se você não quer achar mais nada, não vou cutucar esse buraco. se acha que me deve algo, pague-o e se vá sem peso na consciência. eu me viro, como sempre.

Fim

terça-feira, 12 de julho de 2011

chegada a hora de provar para mim mesmo que nada mais daquilo me abala. no entardecer já estarei em outros casos e acasos da vida, mesmo que ainda baqueado com as consequências, creio eu, que o último me traz. é hora de crescer, mudar, renovar. após tanto tempo se faz justa essa ascensão. em breve teremos notícias dessa nova fase, dessa nova metarmophose. não vou mentir, pensei em te ligar, te ouvir, conversar... mas seus números esqueci e o meu precisei trocar. estou apreensivo com tudo isso, não sei mais adaptar-me as novas leis da vida. declaro hoje por encerrado um ciclo passado que me prendiam e me amedrontavam. encontrei um caminho de paz e prosperidade, mesmo que só. triste fico em saber que algumas promessas não consegui cumprir, e que algumas pessoas não conseguirei salvar. mas devo pensar um pouco em mim antes de qualquer ato supreme que possa vir me arrebatar em tempos futuros. talvez esteja escrevendo isso com a esperança de ser lido e procurado por ti... talvez apenas desabafando... talvez apenas querendo esquecer... ahh mundo esquecido, onde está você?

E tudo recomeça com o velho fim...

quinta-feira, 30 de junho de 2011

sabe quando tudo parece estar fora do eixo? quando o seu sorriso volta a ser um falso expectador da sua vida, porém, passa a mais grosseira falsa verdade sobre você? me perco na tentativa frustrante de me achar em meio a minha metamorfose ambulante, uma espécie de crise existencial sem fim ou sem respostas. o passado se encontra em um insano presente que nem é aquilo que se busca. pessoas são tiradas de sua vida de uma forma mais que experimental, quase avassaladora. não há tempo de respirar, de repor energias, o teste é mais que longo e drástico. deve-se aguentar até o fim e de modos com que sempre se saia superior. um começo ruim não justifica um final pior ainda, muito pelo contrário, o trabalho de superação deve ser feito a cada dia. saudades, palavra sem tradução ou expressão simultânea. saudades é aquilo que se sente de formas diferentes. de vocês tenho saudades, mas não tenho como olhar para trás. não posso olhar para trás. a cada etapa cumprida uma sensação boa de bom trabalho, mas um vazio correndo a cada orvalho. quem é você Luiz Henrique Sales, qual o seu nome?

Total Eclipse Of The Heart

sexta-feira, 24 de junho de 2011

(Turn around)

Every now and then, I get a little bit lonely and
you're never coming round

(Turn around)
Every now and then, I get a little bit tired of
listening to the sound of my tears

(Turn around)
Every now and then,
I get a little bit nervous that the best of all the years have gone by
Every now and then,
I get a little bit terrified and then I see the look in your eyes

(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart
(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart

And I need you now tonight, and I need you more than ever
And if you only hold me tight, we'll be holding on
forever
And we'll only be making it right 'cause we'll never be wrong together
We can take it to the end of the line

Your love is like a shadow on me all of the time
(all of the time)
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks

I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
(Forever's gonna start tonight)

Once upon a time, I was falling in love
But now, I'm only falling apart

There's nothing I can do
A total eclipse of the heart

Once upon a time, there was light in my life
But now, there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart

(Instrumental Bridge)

(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart
(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart

And I need you now tonight, and I need you more than ever
And if you'll only hold me tight, we'll be holding on forever
And we'll only be making it right 'cause we'll never be wrong together

We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
(all of the time)
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks

I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
(Forever's gonna start tonight)

Once upon a time, I was falling in love
But now, I'm only falling apart
There's nothing I can do
A total eclipse of the heart
A total eclipse of the heart
A total eclipse of the heart

(Turn around, bright eyes)

Babel

quinta-feira, 16 de junho de 2011

há um babel acontecendo. vozes e opiniões se misturam em um circo armado talvez por mim mesmo. em meio a algo tão grandioso, tão visto, a solidão se faz presente de uma forma avassaladora. porém, em tempos de alegria, chega a hora de sorrir e cantar. dividido em opiniões não sei mais em qual palhaço atirar para salvar a bela donzela que espera pelo seu príncipe encantado, ou simplesmente espera por alguém. é tudo tão escuro, tão distante, as vezes me perco nesse encaixe absurdo da verdade com a mentira. a confusão é mútua, acho que ninguém desse picadeiro está preparado... nem os expectadores... nem ela... nem eu... nem outra... babel... quanta gente em um só lugar. e eu aqui, com tantas vozes para ouvir, ouvindo o zumbido da solidão.